Pré-candidato Newton Bonin esclarece como funciona o uso dos impostos no Brasil
O pré-candidato Newton Bonin voltou a se posicionar sobre um tema que gera dúvidas constantes entre os brasileiros: para onde vai todo o dinheiro arrecadado em impostos. Em linguagem simples e direta, ele explicou que questionar o destino dos recursos públicos é um direito do cidadão e parte essencial do exercício da cidadania.
Segundo Bonin, o governo só pode gastar aquilo que está previsto na Lei Orçamentária, que funciona como um planejamento financeiro. Ele compara esse processo à organização de uma casa, onde não se pode gastar mais do que se recebe. A diferença, de acordo com ele, é que no setor público não existe improviso. Tudo precisa estar dentro da lei, sob fiscalização do Legislativo, dos órgãos de controle e do Judiciário, além do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O pré-candidato também destaca que o orçamento público é complexo e difícil de entender, mas defende que deveria ser apresentado de forma mais acessível para a população. Ele lembra que todo recurso arrecadado já tem destino definido em lei, como saúde, educação, segurança, obras e assistência social.
Para Newton Bonin, o maior problema do Brasil não é gastar, mas gastar mal ou sem transparência. Ele acredita que quando a população acompanha de perto os gastos, o desperdício diminui e a responsabilidade aumenta. O dinheiro público, segundo ele, não pertence a políticos, mas sim à sociedade, e precisa ser tratado com respeito.
Bonin ainda comenta que as disputas políticas em torno do orçamento são constantes. Enquanto o Executivo quer ampliar os gastos, o Legislativo tenta definir prioridades e o mercado cobra controle fiscal. No meio desse cenário, fica o cidadão, que muitas vezes não entende o que está acontecendo.
Ele reforça que o orçamento não deveria ser tratado como jogo de poder, mas como uma escolha responsável. Cada real gasto precisa ter um destino claro e gerar resultado concreto para a população. Para ele, não faz sentido discutir números se os recursos não chegam efetivamente na saúde, educação, segurança e nos serviços essenciais.
Na avaliação do pré-candidato, o equilíbrio está em gastar melhor, com regras claras, sem desperdício e sem abandonar quem mais precisa do Estado. No fim, segundo Bonin, o orçamento só cumpre seu papel quando se transforma em atendimento, obras, serviços e oportunidades para a população.
Ele finaliza ressaltando que informação de qualidade é aquela que ajuda as pessoas a entenderem assuntos que parecem complicados, e que esse é um dos seus objetivos ao se comunicar com a sociedade.
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