Newton Bonin comenta caso do cachorro Orelha e cobra responsabilização em episódios de violência contra animais


Newton Bonin comenta caso do cachorro Orelha e cobra responsabilização em episódios de violência contra animais



Mais um episódio de maus-tratos a animais gerou indignação em todo o País. Desta vez, o caso conhecido como “cachorro Orelha”, ocorrido em Florianópolis, voltou a acender o debate sobre violência, responsabilidade e formação de valores, principalmente por envolver adolescentes.

O pré-candidato a deputado federal pelo Paraná, Newton Bonin, comentou o caso em vídeo recente e chamou atenção para a gravidade do comportamento. Para ele, agressões contra animais indefesos não podem ser relativizadas como brincadeira ou imaturidade.

Bonin destaca que violência é violência, independentemente da vítima. Segundo ele, atitudes desse tipo revelam um padrão preocupante de comportamento e servem de alerta para a sociedade. O pré-candidato lembra que, quando jovens acreditam que podem machucar sem consequências, esse modelo tende a se repetir na vida adulta.

Ele também relaciona o episódio ao debate mais amplo sobre responsabilização de menores em atos graves. Na avaliação de Bonin, se o País discute punições mais rigorosas para crimes contra pessoas, é coerente que a mesma lógica alcance casos de crueldade contra animais, não como vingança, mas como forma de educação, prevenção e exemplo.

O Brasil avançou em 2020 ao endurecer a legislação contra maus-tratos, prevendo prisão, multa e até proibição da guarda de animais. Ainda assim, Bonin questiona se apenas a existência da lei é suficiente. Para ele, os episódios recorrentes mostram que o problema muitas vezes está na aplicação das normas, na fiscalização e na responsabilização efetiva dos envolvidos.

Outro ponto levantado é o papel da família. Como o caso envolve adolescentes, Bonin ressalta que a responsabilidade também passa pelo ambiente doméstico. Quando o exemplo não vem de casa, afirma, cabe à sociedade e ao poder público agir com firmeza.

Na avaliação do pré-candidato, a violência não surge de repente. Ela começa pequena, é tolerada, cresce com o tempo e acaba atingindo toda a coletividade. Por isso, ele defende uma mensagem clara: maus-tratos não são aceitáveis, e a resposta do Estado precisa ser concreta, com punições proporcionais e educativas.

Para Bonin, proteger os animais também significa fortalecer valores essenciais, como empatia, respeito e limites, pilares que ajudam a formar cidadãos mais conscientes e uma sociedade mais segura.


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